Caro amigo, hoje quero falar sobre uma lembrança da minha infância. Eu acredito que seja a lembrança mais distante que tenho, e essa é antiga mesmo.
A minha memória sempre foi muito boa! Boa mesmo, como dizem por aí, eu tenho memória de elefante e vou comprovar isso com meu relato:
Eu ainda era bebê, tinha poucos meses de vida. Eu estava no colo da minha mãe tomando sol, estava me sentindo muito bem naquele colo aconchegante, muito bom ficar com a mamãe. Mamãe estava no jardim da casa da minha avó paterna e eu no seu colo tomando sol da manhã, um sol calmo e tranquilo no regaço da minha mãe.
Esse é o relato da minha memória mais longínqua, pois estava num lugar muito especial, uma lembrança bonita de um jardim, com plantas bem cuidadas pela minha avó e com a presença doce e terna da minha adorada mãe.
Hoje, me recordo com muita emoção deste momento tão forte, pois esse momento me marcou com certeza pela presença e cuidado da minha mamãe, pois as mães foram feitas de uma forma toda particular.
Eu, uma frágil criatura, num ambiente que traduz paz e tranquilidade nos braços de uma mulher que me trazia proteção e muito amor.
Doce nostalgia, é o que dizem.
Light Yagami
Uau! Memória de elefante mesmo! Não sabia que era possível se lembrar de algo tão distante assim, com meses de vida. Mas eu acho que é muito mais sobre a sensação, né? O calor do sol, o colo de mãe, todo o cuidado e amor... Não há nada melhor! Parabéns pelo texto!!
ResponderExcluirLight, achei sua memória bem doce e bonitinha. Uma coisa que notei é que você sempre usa a expressão "é o que dizem". Eu vi isso em todos os textos até agora. Tem algum motivo? Abraços!
ResponderExcluirSeu texto é tão genuíno, Light! Achei muito bonito os sentimentos que você conseguiu passar através da sua escrita. Acabei de ler o comentário do Asa Monstro e também fiquei pensativo sobre o seu bordão "É o que dizem". Por favor, conta para a gente o motivo!!! Ademais, parabéns pela crônica, de fato é uma doce nostalgia.
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